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quinta-feira, 3 de maio de 2012

DECISÃO DO EMPRESARIO AO INVESTIR RECURSOS A TÍTULO DE AJUDA SOCIAL I


       A caridade, com um viés paternalista e assistencialista, fundamentava-se na decisão do
empresário em determinar onde, como e quanto seriam investidos recursos a título de ajuda
social. Já a custódia estabelecia princípios pelos quais os empresários consideravam-se zeladores e agentes multiplicadores da riqueza da sociedade. 
       Nos anos 30, marcados pela Grande Depressão americana e seus reflexos no mundo, já há
na população uma crença de que os empresários são responsáveis, não só pelo bem estar dos seus empregados, como também pela comunidade à sua volta. Essas reflexões se fortalecem também à medida que o conceito e a perspectiva do exercício de cidadania vão se sedimentando na sociedade.
     Nos anos 60 as lutas por conquistas e ampliação dos direitos civis e mais a insatisfação de
uma parcela da sociedade americana com a participação dos Estados Unidos na guerra do Vietnã, contribuíram para o questionamento do modelo empresarial vigente, baseado no princípio de maior lucro por menor custo. Em outros paises a juventude também demonstrou sua insatisfação com o modelo social e político, buscando alternativas de renovação nestes campos. 
    As reivindicações pelo respeito enquanto consumidor, refletiu no modelo de gestão das empresas e muitas organizações passaram a adotar um outro comportamento, trilhando no discurso da ética e da maior transparência de suas ações.

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