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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Criatividade como fator de alavancagem estratégica

Por Clovis Renato Durans


“A essência de uma organização criativa reside em ajudar, cada profissional a maximizar o seu potencial”.  Ciotta

 Em tempo de mercados turbulentos nos quais estamos inseridos neste momento, a grande maioria das organizações se vêem em situações de grande adversidade, tendo ao mesmo tempo que sobreviver mas também não serem ofuscada por seus concorrentes, que buscam de muitas maneiras se equilibrarem nessa grande corda bamba.
No sentido de redução de gastos operacionais, o fator humano é o ativo das organizações que mais sobre em situações de crise, pois são quase que exclusivamente aqueles que podem ser desligados das empresas sem que haja perca de capital. Será que essa afirmação é realmente real? Qual o valor do capital humano dentro de uma organização?Será que máquinas, equipamentos ou qualquer outro imobilizado podem de repente encontrar soluções realmente eficazes para sobrevivência das empresas?
O fator humano é um dos elementos que pode realmente ser eficaz para novos direcionamentos e saneamento de dificuldades encontradas pelas organizações no processo de reorganização das estruturas das empresas. Porem essas mesmas empresas necessitam de dispositivos eficazes para encontrarem dentro de seu corpo funcional, profissionais que realmente têm diferencial e potencial para aflorarem suas idéias e todo seu conhecimento tanto tácito quanto explicito em prol a alavancagem estratégica.
Sabe-se que muitas organizações oferecem a seus colaboradores programas educacionais, sendo esses cursos técnicos, profissionalizantes, graduação e até mesmo MBA, mas talvez não saibam realmente fazer o melhor uso desse investimento, pois nem sempre oferecem oportunidades reais a essas pessoas ao termino de seus estudos, causando desconforto a esses colaboradores. Muitos desses colaboradores agraciados com esses programas nem sempre estão realmente interessados nos mesmo, estão lá porque o mandaram fazer, assim, deixando de lado pessoas com alto potencial para aprendizagem.
Um ambiente onde a alta gerencia tem em mente o pensamento da utilização de seu capital intelectual, tem em mãos a chave para solução de muitos de seus problemas. As organizações primeiramente precisam oferecer condições ambientais para que isso ocorra, com instalações físicas adequadas, acesso a informações, disponibilidade de tempo, reconhecimento e motivação, treinamento e colaboração na aplicação das novas idéias, dando assim inicio a extração do capital intelectual e o transformando em capital criativo.
Existe também a necessidade da quebra de paradigmas e barreiras para que esse novo contexto seja aplicado, onde a burocracia a falta de crença de gerentes e supervisores, ambiente não adequado, podem levar esse tipo de programa ao fracasso, inibindo o capital intelectual e podem abrir lacunas para que este não se sinta útil dentro da organização.
Empresas aprendem através de pessoas, e somente as empresas inteligentes podem sair de momentos críticos com o mínimo possível de percas, tanto em seus ativos, mercado e capital intelectual.

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