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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Etiqueta empresarial ajuda relacionamento com a chefia


Premissa norteia o modo como as pessoas devem agir, vestir e se relacionar no âmbito empresarial 

Agir com um comportamento adequado no local de trabalho é fundamental para garantir a boa convivência e o respeito da chefia, olegas de trabalho, clientes e fornecedores. 
È aí que entra o conjunto de regras ditadas pela etiqueta empresarial, premissa que norteia o modo como as pessoas devem agir, vestir e se relacionar no âmbito empresarial. É como se fosse uma etiqueta social - aquela que diz ser péssimo palitar os dentes na mesa, mesmo quando tentamos esconder a cena com a mão na frente - só que adaptada para a realidade de cada empresa. 'São atitudes no local de trabalho, que norteiam os comportamentos aceitáveis para manter o ambiente agradável', resume o diretor da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) - Regional Campinas, Gilberto de Campos Sobrinho. 
A etiqueta empresarial abrange, ainda, a maneira como as pessoas se vestem, como utilizam telefones e celulares e até o uso de mídia sociais (facebook, orkut, twitter), que da maneira correta se transformam em poderosas ferramentas, ou desastrosas com o uso inadequado. 
Na visão do consultor e membro da ABRH, a empresa deve ter regras específicas e explícitas para o uso das mídias sociais e a falha no uso pode ser considerada um desvio de conduta do funcionário. Ele esclarece que, mesmo quando o comentário ocorre fora da empresa e em um ambiente particular, pode gerar um desconforto entre os colegas e até a eventual perda de um negócio. Transparência, sais curtas e roupas pra lá de despojadas. 
De acordo com o diretor da ABRH Regional Campinas, algumas corporações formalizam a orientação sobre a vestimenta dos funcionários, o chamado 'dress code' mas não se trata de uma obrigação. Em geral, ressalta o consultor, as empresas apelam para o bom-senso das pessoas. 'O dress code é uma orientação do que é mais adequado ou não, cabendo a cada um utilizar o bom senso para seguí-lo', diz o diretor da ABRH Regional Campinas. Em locais que dispensam o uso de jaleco ou Equipamento de Proteção Individual (EPI), o padrão da roupa vai depender do tipo de ambiente. 
Em um banco, exemplifica Sobrinho, há a exigência do uso de gravata para os homens e roupa sóbria - calça social, blusa ou terninho - para as mulheres. Segundo ele, vale a regra do bom-senso, resumida em calças sociais ou esporte-fino e camisas de mangas longas sem estampa, lisas ou com listas em tons suaves. 'Nunca utilizar tênis ou sapatênis', adverte o consultor. 
A recomendação de vestimenta para as mulheres, conforme o diretor da ABRH Regional Campinas, é não utilizar saias curtas, com a altura ideal no joelho; evitar calças justas, blusas muito coloridas, excessivamente decotadas, justas ou transparentes. 
Também não é de bom tom usar sapatos de salto muito alto. Dicas- Roupas de trabalho devem ser encaradas como 'uniforme' , porém confortáveis sóbrios e condizentes à atividade exercida. - Um erro comum é o uso de camiseta com propaganda mesmo as sextas-feiras durante o 'causal day'. - É permitido a troca do terno, camisa e gravata por camiseta com o logotipo da corporação ou de algum evento promovido pela empresa. - O jeans deve ser limitado ao 'casual day' mas não podem estar desbotado, rasgado ou customizado com apliques metalizados e costuras coloridas. Fonte: coach Guilherme Lang Dias Rego, diretor-geral da Elevartis Personal & Professional Development LEIA MAIS EM 17/3 NAS EDIÇÕES IMPRESSAS DOS JORNAIS DO GRUPO RAC

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