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O profissional de Secretariado Executivo deve possuir uma visão macro da realidade e estar inserido nos avanços da tecnologia, do gerenciamento das informações, da comunicação empresarial e dos processos administrativos.

Ele administra de forma adjunta e é o agente executor mais próximo do centro de deliberações do processo decisório. É um profissional que atua nos mercados nacional e internacional como facilitador da ação administrativa nas organizações.

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quinta-feira, 26 de abril de 2012

terça-feira, 24 de abril de 2012

Facebook: uma ferramenta de uso empresarial! (parte 1)

Facebook: uma ferramenta de uso empresarial!
A BuddyMedia fez uma pesquisa para entender quais são as principais ações das marcas na rede social

Com a geração Facebook as marcas mudaram seu pensamento e começaram a seguir as massas ao invés de tentar fazer com que as pessoas viessem até elas. O Facebook tem mais de 500 milhões de usuários, isso significa que as marcas têm acesso em tempo real ao seu público. Por isso que nos últimos meses temos visto uma onda de campanhas no Facebook. E é este o motivo também pelo qual a rede social de Marck Zuckerberg não para de criar mais e mais recursos para as marcas. Assim como os fabricantes de aplicativos, que têm construído ferramentas para que pequenas e grandes empresas possam "vender" seus produtos de maneira customizada e com o suporte do próprio Facebook.

Para entender quais são as tendências das marcas no Facebook, a BuddyMedia, principal gerenciadora de sistema da rede social, fez uma pesquisa e descobriu quais são as cinco principais ações que as marcas têm investido na rede social.

1 – Exclusividade para os usuários

As agências estão começando a adaptar seus ciclos de lançamento de produtos e campanhas de marketing aproveitando a plataforma do Facebook. Algumas delas, inclusive, deram exclusividade aos usuários da rede social e divulgaram suas novidades primeiro ali.

Grandes nomes como Ford e Nike, por exemplo, fizeram o lançamento de seus produtos primeiro no Facebook. No caso da Nike, a empresa optou por estrear seus três minutos de propaganda da Copa do Mundo na sua página do Facebook, antes mesmo de liberar para qualquer outro lugar. Logo após a divulgação na fan page, o comercial quebrou recordes virais. Já a Ford decidiu revelar seu novo carro na web, com o Facebook como a peça central da estratégia online da empresa.

Todas as empresas que optaram pela exclusividade no Facebook tiveram resultados estrondosos.
2 – Arrecadação de dados com o Facebook Places

O Facebook Places, serviço de localização para smartphones criados pelo Facebook, tem menos de 2 meses de idade e nem chegou a alguns lugares do mundo, mas já está com tudo.

O recurso é parecido com o Foursquare, onde o usuário pode fazer o "check in" no local que está presente naquele momento e compartilhar sua localização com os amigos.

Uma das primeiras empresas a adotar o Facebook Places é a Westfield Vallet Fair Mall, um shopping que está oferecendo descontos especiais em troca de um "check in". A ideia é que os usuários do Facebook ajudem o shopping a descobrir quais são os principais comportamentos de compras dos clientes.
 
Em breve teremos a continuação da matéria.
 
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Com mais de 500 milhões de usuários no facebook, é certo que temos milhares de pessoas logadas a cada hora do dia, e é por isso que ele é visto atualmente como uma forte ferramenta mercadológica, por isso grandes empresas como a Nike e Ford utilizam a rede social para publicar novos produtos antes de serem lançados em outros meios.

Desligue a conexão


Desligue a conexão


Crédito: Tato Araújo
 - Crédito: Tato Araújo
As redes sociais têm deixado alguns seguidores com uma terrível sensação de estar de fora dos acontecimentos. Em inglês, esse mal já tem nome: fomo (fear of missing out). Entenda um pouco mais sobre ele para não ser a próxima vítima

Um conhecido escreve no Facebook que está no show de sua banda favorita. Você não está lá por causa de uma reunião de trabalho. A prima de segundo grau posta uma foto em uma praia paradisíaca no Twitter. É o local que você sempre sonhou conhecer. Do sofá de casa ou de qualquer outro lugar e graças à inseparável companhia dos smartphones, é possível acompanhar os passos dos amigos, desejar a experiência deles e até sentir-se excluído de uma conversa.

Acompanhar essa avalanche de informações é tarefa árdua. São milhões de atualizações, posts e tweets diariamente que provocam diferentes sentimentos, já resumidos em uma sigla: fomo. Em inglês, fear of missing out, ou, traduzido para o português, “medo de ficar de fora”.

A jornalista Bianca Bosker, editora de tecnologia do jornal americano The Huffington Post, se considera vítima dessa sensação, embora saiba que as redes sociais são extremamente importantes para o seu trabalho. Várias vezes ao dia ela checa o Twitter (onde tem mais de 4 700 seguidores) e seu perfil no Facebook (onde tem mais de 1 100 amigos), responde às mensagens que recebe e faz comentários sobre as atividades dos grupos de que participa. “Sofro com o fomo, mas, ao mesmo tempo que essa ansiedade pode distrair o que estou fazendo em um determinado momento, pode ser extremamente motivadora e me levar a grandes aventuras na rede”, diz ela. 

Bianca não está sozinha. Uma única página no Facebook dedicada ao assunto reúne mais de 10 000 pessoas de vários lugares do mundo. 

Rejeição social

Para o médico Ricardo de Oliveira, coordenador de neurociências do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, com sede no Rio de Janeiro, fomo é apenas uma nova denominação para algo que existe há muito tempo. “Quem nunca lamentou não fazer parte de determinado grupo?”, pergunta o neurologista e neuropsiquiatra. 

Ele afirma que é preciso ficar atento caso o comportamento comece a prejudicar a usuária e quem a cerca, como família e amigos da vida real. “A rejeição social tem um padrão de ativação cerebral parecido com a dor física e, por isso, dói de verdade. O limite tem de ser colocado quando o que era uma atividade saudável começar a trazer prejuízo”, diz Ricardo.

Fisicamente, o fomo pode provocar fadiga, falta de sono e até transtornos de ansiedade. Se checar os perfis no Twitter e no Facebook não for mais um momento de prazer e provocar irritação ou dificuldade de concentração, pare. Ou pelo menos, tente parar. 

A publicitária brasileira Alessandra Lariú, que mora em Nova York, percebeu que estava entrando nessa onda de ansiedade e conseguiu diminuir seu ritmo. Eleita uma das pessoas mais criativas do mundo pela revista americana Fast Company (à frente do chef Jamie Oliver e do estilista Tom Ford), ela controla o tempo que passa nas redes sociais. No fim de semana, evita olhar e-mails, mensagens no celular e, às vezes, nem usa relógio. “Edito as informações que recebo e só clico em links super-recomendados por amigos”, diz. 

Para John Grohol, fundador do site Psych Central, um dos maiores sobre saúde mental e psicologia dos Estados Unidos, a ansiedade e a insegurança devem ser evitadas a todo custo. “Esse é o tipo de atividade que não pode trazer mais estresse para ninguém. Não consigo acreditar que saber o que o outro está fazendo vai tornar a vida de alguém melhor. Não mesmo”, afirma o psicólogo. Evitar ser vítima do fomo está em suas mãos. 

Como diminuir a frustração 

• Evite ler e-mails quando estiver em casa à noite.
• Tente ficar algumas horas do dia sem entrar no Facebook ou checar seu Twitter.
• Desligue o telefone quando for dormir para não ter um impulso de conferir onde os amigos estão de madrugada.
• Quando acordar, tente tomar café da manhã antes de checar os e-mails e as redes sociais.
• Passe mais tempo com os amigos de verdade — e não com os virtuais.
• Se conseguir, fique um dia longe da internet e aproveite para curtir com a família.

O medo em números

70% das pessoas que moram em países desenvolvidos já experimentaram a sensação de fomo. Dessas, quase 30% lidaram bem com a experiência, enquanto 15% não conseguiram.

61% na inglaterra, dos adultos de 18 a 33 anos acreditam que o aparecimento das redes sociais aumentou o receio de ser excluído de alguma situação.

45% os homens americanos são os que mais sofrem: dissera que sentem-se incomodados quando um amigo posta no Facebook ou no Twitter que está fazendo algo que eles não estão. Entre as mulheres, apenas 29% demonstram esse descontentamento.

60% dos adolescentes americanos e britânicos acreditam que as redes amplificam o sentimento de exclusão. Bianca Bosker admite sofrer de fomo: “tenho 4 700 seguidores no twitter e 1 100 amigos no face”

Profissionais supercomprometidos


Profissionais supercomprometidos


Estudo revela um novo tipo de workaholic: aquele sujeito incapaz de se esquecer dos problemas do trabalho. Você é assim?

Crédito: Cristiano Mariz
Homero Mateus Fonseca Junior, 45 anos, gerente de vendas da Netsolutions - Crédito: Cristiano Mariz
Homero Mateus Fonseca Junior, 45 anos, gerente de vendas da Netsolutions
Você planejou um almoço com a família durante uma semana e, quando chega o dia, seu chefe o convida para almoçar informalmente, assim como convida a outros dois funcionários que estavam por ali na ocasião. Você, então, cancela o compromisso familiar, num piscar de olhos, por uma necessidade de não recusar o convite da chefia. 

Fui ao Rio de Janeiro trabalhar em um projeto e fiquei cinco dias sem sair de dentro da empresa. Acabei esquecendo que no meio de um desses dias seria o meu noivado. Tomei uma bronca e fui abandonado por ela." 

Se a situação acontece uma vez, tudo bem, mas se já faz alguns meses que você perde a happy hour com os amigos, os fins de semana e também as férias com a família, é possível que seja um profissional "supercomprometido". A expressão, utilizada pelo psicólogo do Laboratório Fleury, Thiago Pavin, caracteriza um perfil profissional muito comum nos dias de hoje. 

Trata-se daquele indivíduo que se entrega de corpo e alma aos projetos da empresa, esquecendo até mesmo de que tem uma vida pessoal fora dali. As pesquisas do Fleury mostram que o supercomprometido é provavelmente um workaholic, mas com algumas particularidades, pois ele não está sempre estressado e pode reagir muito bem a alguns pedidos da organização, se sentindo motivado e realizado. Além disso, costuma se tratar de um estágio mais passageiro, durante um projeto específico ou relacionado a uma meta que ele deseja muito atingir.


"O supercomprometido gerencia sua vida em torno do trabalho, mas espera mais do que ninguém ser reconhecido por esse esforço", diz Thiago. 

Muitos profissionais costumam manifestar esse tipo de problema porque têm dificuldades pessoais de antemão. "Geralmente é uma pessoa que tem uma relação um pouco sofrida com os filhos ou cujo casamento não vai muito bem", diz o psicólogo. 

Katilen marcondi, 31 anos, coordenadora de logística da elektro: restabelecimento de uma rotina equilibrada só veio após a decisão de mudar de emprego

Há diversos casos de profissionais supercomprometidos que acabam se esquecendo de importantes compromissos pessoais. Como Homero Mateus Fonseca Junior, de 45 anos, gerente de vendas da filial de Brasília da Netsolutions. "Fui ao Rio de Janeiro trabalhar em um projeto e fiquei cinco dias sem sair de dentro da companhia. Acabei esquecendo que, no meio de um desses dias, seria o meu noivado." 

Ele não somente tomou uma bronca da companheira, como foi abandonado por ela. Dez anos depois, ele ainda reconhece sua dedicação excessiva, mas procura controlar a agenda para evitar sobrepor as prioridades do dia. 

Entretanto, se desligar do trabalho ainda é difícil para ele. "Acho que os problemas da empresa precisam ser respondidos sem demora. Evidentemente, ser supercomprometido tem lá seus desconfortos, mas também surte bons efeitos", diz Homero. 

O supercomprometido até relaxa em períodos mais tranquilos, mas, ao menor sinal de aumento da demanda, é o primeiro a vestir a camisa da corporação e a perder o senso crítico a respeito do volume de trabalho assumido. Está sempre sededicando bastante, até mesmo desmarcando compromissos pessoais. Porém, se não é valorizado, fica estressado e sente um vazio. O grande problema desse perfil é que, na maioria das vezes, ele não percebe que a escolha de ficar além do horário é da pessoa. 

E, quanto mais se esforça, mais provável que adoeça, apresentando uma série de sintomas, como diminuição da eficiência do sistema imunológico, problemas cardiovasculares, podendo causar infarto ou acidente vascular cerebral (AVC) em pessoas com fatores predisponentes, crises de asma e diminuição da produtividade no trabalho, pois o estresse crônico prejudica a criatividade, a memória, a atenção e a capacidade de gerenciar relacionamentos interpessoais. 

Katilen Marcondi, de 31 anos, fazia hora extra todos os dias na multinacional de tecnologia em que trabalhava. "Eu perdia encontros com família e amigos e fiquei com problemas de saúde. 

Passar mal no escritório era uma rotina e acabei emagrecendo 7 quilos", diz. Custou até que ela mudasse de emprego. Mas, em 2006, ela foi contratada pela Elektro, onde atualmente é coordenadora de logística. Lá, às 18 horas o ar-condicionado e as luzes são desligados para que todos se lembrem de que o expediente se encerrou. Com a mudança na cultura empresarial, ela foi buscar realizações pessoais.

"Comecei a fazer cursos depois do trabalho, voltei a malhar e dou mais atenção ao meu marido", diz a executiva. Incentivar o lazer, o esporte e a alimentação saudável é uma prática cada vez mais adotada pelas corporações para impedir que os profissionais desequilibrem a balança da produtividade e estresse. 

Mas o limite tem de partir do próprio funcionário, compreendendo que não é o fim do mundo recusar um convite de almoço do chefe ou ir para casa ao terminar seu expediente. "Reflita sempre sobre a importância de equilibrar vida pessoal e profissional. 

Você pode começar se inspirando em um colega ou alguém famoso que saiba manter esse equilíbrio", diz Thiago, psicólogo do Laboratório Fleury.

Revista Veja: três centímetros de bom senso em 90 kg de conjecturas


24 de abril de 2012, às 01h14min

Revista Veja: três centímetros de bom senso em 90 kg de conjecturas

Capa desta semana abusa de estereótipo e chancela preconceito com base em leitura rasa da chamada "evolução tecnofísica"



Opondo um elegante e feliz homem alto a outro baixinho com expressão rabugenta, a revista estampa a manchete "Do alto tudo é melhor", que detalha dizendo que "A 'evolução tecnofísica' explica por que as pessoas mais altas são mais saudáveis e tendem a ser mais bem-sucedidas". A capa deixou muita gente estarrecida e, tão logo, caiu nas redes sociais e blogs, gerando, obviamente, inúmeras críticas e intensos debates, que ainda devem se prolongar por alguns dias.A edição desta semana da revista Veja mal chegou às bancas e já virou polêmica. Mas, a despeito do repertório de sempre, não traz nenhuma especulação bombástica sobre os bastidores da política brasileira. Nem por isso, entretanto, abriu mão do tom especulador, descontextualizado e sensacionalista, acrescentando a esses ingredientes um olhar generalista e estereotipado apoiado em uma teoria nada consensual.


A capa é, de fato, um grande equívoco. A foto associada à manchete reflete e reforça um olhar preconceituoso, que vai na contramão de todas as tentativas de quebrar velhas visões e banir absurdos que ainda vemos cotidianamente, como – para ficarmos com um exemplo que está muito em voga atualmente – o bullying praticado contra quem não atende aos padrões estéticos da sociedade contemporânea (como o baixinho gordinho da foto). Antes de vender exemplares e ganhar mídia espontânea com a polêmica, uma publicação do porte da Veja – a maior do Brasil – precisa saber que deveria ter a responsabilidade de não fomentar coisas desse tipo. Jornalismo irresponsável faz mal e transforma mentiras, estereótipos e preconceitos em verdades absolutas. E os exemplos que temos disso no passado não são nada bons.

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Imagem: reprodução


Mas isso não é tudo. Além de deixar sua imensa contribuição negativa aos esforços por uma sociedade sem preconceitos (e quando digo imensa não é exagero, já que a revista é a mais lida do Brasil e forma opinião de muita gente), pregando uma visão, no mínimo, questionável, a Veja se apoia em uma interpretação rasa e incompleta de uma teoria que, além de não ser consensual, não é o que a manchete tenta fazer com que seja. E isso fica claro na própria matéria, que não fornece nenhuma referência para a ideia de que os mais altos tendem a ser mais bem-sucedidos, reforçando a impressão de que a afirmativa é apenas conjectura da própria revista.

Quando a matéria diz que as pessoas altas "tendem a ser mais bem-sucedidas", nenhuma fala do economista citado como principal fonte e criador da tal "evolução tecnofísica" (apresentada como "nova teoria", mas que já nem é tão nova assim) – o Nobel de Economia Robert W. Fogel – é transcrita na reportagem ratificando-a, bem como não se consegue encontrar menção a essa visão em artigos do pesquisador sobre o assunto, inclusive neste aqui, do qual há grandes chances de que tenham sido retiradas algumas de sua falas citadas na reportagem (trechos idênticos constam nos dois textos), embora ele seja apresentado como "entrevistado".
A revista, inclusive, não se estende muito no assunto polêmico, que de tão enxuto no texto não justifica o destaque na capa. Nas 15 páginas do especial, a reportagem apresenta informações até interessantes, como os perigos da obesidade para a saúde e a importância da boa nutrição para as crianças em seus primeiros anos de vida (embora não apresente nenhuma novidade). E em poucas frases, bem depois da metade da reportagem, resume tudo que anuncia na manchete (até lá, o leitor se pergunta o que a matéria tem a ver com a barulhenta chamada na capa).
Tão rasa quanto a concepção de que os mais altos se saem melhor que os baixinhos, é a explicação dada sobre tal tese, tirada sabe-se lá de onde. Sem fontes claras – fossem elas estudiosos ou mesmo uma pesquisa quantitativa das que renderam a Fogel boa parte da relevância que tem hoje – a revista limita-se a exibir um quadro intitulado "Por que alguns centímetros a mais fazem diferença", citando relações mirabolantes entre altura e sucesso, e ao seguinte parágrafo, de autoria da própria redação da revista:
"A altura está associada também à produtividade, ao poder e ao sucesso. Pessoas mais altas são consideradas mais inteligentes e conseguem aumento de salário com maior facilidade do que as mais baixas. Medir 5 centímetros a mais do que os colegas de trabalho garante um salário 1,5% maior, ou 950 dólares suplementares no fim do ano. A altura é um quesito crucial até para a liderança. Entre 1789 e 2008, 58% dos candidatos mais altos à Presidência dos Estados Unidos ganharam as eleições. Barack Obama tem 1,85m. O republicano Mitt Romney, 1,88 metro".
É necessário dizer mais alguma coisa?

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Facebook: uma ferramenta de uso empresarial! (part 2)

3 – Facebook, o grande shopping center
As páginas das empresas no Facebook estão se tornando mais úteis dos que se imagina. Empresas de todos os tamanhos estão descobrindo que é possível fazer de suas fan pages sua loja virtual. A Disney e a Delta estão empenhadas nas vendas pelo Facebook. A produtora até criou um aplicativo que permitia os usuários a reservar ingressos para assistir ao Toy Story 3. Isso sem precisar sair das págimas da rede social.
Com tantas oportunidades de vendas por aí, as empresas estão percebendo que o Facebook é a maneira mais rápida e fácil de se tornar um paraíso das compras e o grande shopping center do mundo.

4 – Centros de suporte aos consumidores
Com o nascimento das fan pages no Facebook, muitos clientes esperavam obter um serviço personalizado. Por isso que atualmente o desafio das marcas é conseguir atender seu cliente dentro da plataforma do Facebook.
Nos últimos meses a Get Satisfaction e a Parature estão construindo uma funcionalidade de apoio ao cliente. Em parceria com a Involver, maior plataforma de tecnologia de marketing social, a Get Satisfaction torna a página do Facebook em um sistema que conecta infomações e pessoas. Ela organiza todas os dados (perguntas, comentários, preocupações) encontrados no Facebook e compartilha nos canais de contatos com os clientes. Esta abordagem transforma as discussões ocorridas dentro da fan page em conteúdos acionáveis que podem desenvolver desde produtos até marketing de relacionamento, gestão de marcas e serviço ao cliente.
"A Get Satisfaction já tem 122 clientes utilizando a integração do Facebook, atingindo um total de centenas de milhares de usuários e fãs", informa um porta-voz da empresa.

5 – Doações pelo Facebook
A tendência em fazer boa caridade vai além do Facebook. Mas não dá para negar que as páginas da rede social e seus botões de "Like" tem feito a sua parte.
No ano passado, a Target lançou um aplicativo no Facebook que deixava os usuários escolherem onde a empresa gastaria os US$ 3 milhões de contribuições arrecadadas. Recentemente, a Kohls também começou uma iniciativa deste tipo para doar US$ 10 milhões para 20 escolas. Cerca de 2 milhões de usuários votaram em suas escolas preferidas e a página da marca ganhou milhares de novos fãs.
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Com essa matéria pode-se perceber que o Facebook é mais que uma rede social apenas para fazer novos amigos, passou a ser também utilizada como ferramenta no mundo dos negócios. Uma ferramenta que facilita a conquista de novos clientes, de maneira rápida e mais convincente. Facebook agora também um meio de publicidade e propaganda dentro do mundo empresarial e cada dia conquista mais e mais empresas.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Novo Facebook insights está disponível


Olá, amigos da MestreSEO!
Sei que muitos de vocês já devem estar sabendo (e até utilizando), mas agora é pra valer: o Facebook está soltando o novo Insights para todas as fan pages.
Depois de ter instalado a nova métrica “Estão Falando Sobre Isso”, surgiu a notícia de mais reformulações no Facebook Insights, o sistema que mede os acessos e disponibiliza dados para os usuários. No entanto, poucos haviam sido premiados com a mudança.
Nós mesmos, aqui da MestreSEO, não conseguimos visualizar a ferramenta atualizada. Algumas pessoas, como a Aline Couto, disseram que era possível habilitar o novo Insights com algumas alterações internas (developers), mas, de uma semana pra cá, a feature foi disponibilizada.
Pensando nisso, decidi escrever um artigo apontando algumas alterações e trazendo para vocês fontes para aprender melhor como utilizar a ferramenta de métricas.

Mudanças Interessantes

Uma das inserções bacanas para observamos neste novo Insights é o número de Amigos de Fãs. Colocada na visão geral dos dados, a informação pode nos trazer uma real noção de alcance que teremos com as postagens mais eficientes em nossa fan page.
Basicamente, o Facebook pega todos os usuários que são fãs de sua página e faz um simples somatório, dando o alcance esperado caso uma ação obtenha 100% de êxito. Quanto mais fãs, maior o alcance de amigos que teremos.
Amigos dão alcance aproximado
O Facebook decidiu separar algumas métricas em subcategorias, que são vistas numa espécie de menu que é aberto abaixo do botão do Insights. O link, aliás, agora foi colocado junto aos demais itens da fan page, à  esquerda da tela e abaixo da foto de apresentação.
Estes submenus estão divididos em:
  • Curtir
  • Alcance
  • Falando sobre isso
  • Check-ins

O Que Tirar de Idéia?

Algumas coisas podem ser notadas usando essas pequenas alterações do Facebook Insights. Trago aqui para vocês dois pontos:
Frequência pode dar resposta
Este é o primeiro. Essas bolinhas roxas postadas ao final do gráfico geral representam a quantidade de posts que você realizou na sua página num determinado dia.
Fazendo a comparação com os pontos acima, de outras cores, dá pra tirar uma noção de qual a maneira que funciona melhor para alcance e Pessoas falando sobre.
Traduzindo para um exemplo prático, as vezes postando duas vezes no dia pode aumentar as estatísticas e, com isso, defino que passarei a publicar sempre nesta quantidade.
O outro ponto é parecido e está abaixo do gráfico:
Encontre o tipo que mais funciona
Assim como no antigo Insights, você tem a listagem das postagens que realizou na sua fan page e o desempenho individual de cada uma conforme o tempo estimado.
Além das novas métricas (alcance, viralidade…), é possível visualizar agora qual foi o tipo de publicação realizada: vídeo, foto, link, postagem, etc.
Desta forma, a dica é observar qual o tipo que funcionou melhor com seu público. Com a estatística, você pode criar mais conteúdo no estilo daquele que funcionou melhor com os seus fãs.

Fontes Válidas

O Facebook realizou um grande trabalho ao montar todo um curso online para os usuários. Com imagens, vídeos e áudio, você poderá navegar por todos os setores do Insights, aprendendo cada detalhe:
Curso para o novo Insights
Basta entrar no link Learn Page Insights para assisti-lo.
Outra dica é acompanhar o artigo da Escola Freelancer, do amigo Luciano Larrossa, de Portugal. Ele, que participou de um MestreCast, reuniu boas dicas e também falou das mudanças da ferramenta do Facebook.
É bem provável que, cada vez mais, surjam artigos para acompanharmos as mudanças do Insights e melhores modos de utilizá-lo para tentar acompanhar dados das fan pages.
Mesmo com essas alterações, acho ainda uma plataforma pobre de dados. Existem diversas ferramentas já montadas em cima da Graph API do Facebook que oferecem mais dados e mais alternativas para os donos de páginas. Pretendo, em breve, trazer algumas comparações e sugestões para todos vocês.

http://www.mestreseo.com.br/facebook/novo-facebook-insights-esta-disponivel

Essa ferramenta é importante para quem utiliza e aproveita os recursos oferecidos pelo Facebook. Através dela, o usuário pode visualizar a quantidade de fãs que ele possui e como seus posts estão repercutindo na rede.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Qual o segredo do Facebook para se tornar um fenômeno também no Brasil?


Qual o segredo do Facebook para se tornar um fenômeno também no Brasil?


O Facebook foi criado em 2004 por estudantes da Universidade de Harvard e tornou-se o segundo maior site dos EUA em termos de acessos. A rede social possui 350 milhões de usuários. Um dos motivos do sucesso do Facebook é conectividade entre as pessoas de forma prática e a crescente oferta de aplicativos além da intregação com outras redes digitais. O Facebook inspirou até um filme.
Os pontos negativos Facebook são:
Alguns usuários estão abandonando a ferramenta, devido ao excesso de informações e o uso abusivo das ferramentas de compartilhamento, que dificulta o uso básico da rede.
A qualidade da ligação emotiva, entre os membros de uma rede é determinante para o seu sucesso! È por isso que o Facebook está longe de ser um fracasso!

Comentário: O Facebook é uma ferramenta de comunicação muito eficiente, porém possui pontos falhos e negativos.
Apesar de ser um site que promove a integração entre pessoas e amigos, seu uso pode se tornar excessivo e isso pode dificultar o uso dessa rede.
O Facebook é sucesso entre todos e está longe de ser um fracasso, pois está interligado a vida de várias pessoas, inclusive entre as empresas.




domingo, 8 de abril de 2012

Novas tecnologias, velhos paradigmas e refens digitais


Fama e reputação
Por Jorge Carrano
Todos conhecem a premissa de que uma “boa reputação é difícil de construir, mas fácil de perder”. Basta um gesto impensado, uma ação equivocada, e vai tudo por água abaixo.
Cada vez mais, as empresas realmente sérias preocupam-se com sua reputação. No dicionário Houaiss, a palavra tem duas acepções:
1. conceito de que alguém ou algo goza num grupo humano
2. renome, estima, fama
Muitas pessoas (e empresas) procuram hoje o segundo significado da palavra. Buscam a fama, quando deveriam se preocupar com um valor maior, que a primeira acepção da palavra melhor traduz ao considerar o contexto do “grupo humano”. E que grupo humano é esse? São os círculos com os quais nos relacionamos.
Se falamos de uma pessoa, inclui família, amigos, colegas de trabalho, vizinhos, conhecidos. Para uma empresa, esse círculo é maior, e envolve os empregados, seus familiares, clientes, fornecedores, a Imprensa, o Governo, as pessoas que moram ao lado da fábrica, enfim, os tais stakeholders, ou partes interessadas.
Para construir uma boa reputação, a primeira constatação necessária é que não é um esforço instantâneo. Pode-se obter fama instantaneamente, mas não reputação.
Outra consideração é que não é possível atingir uma boa reputação apenas com discursos e campanhas de imagem, embora exerçam o papel fundamental de comunicar para os diversos públicos sobre as ações e valores da empresa.
Por estranho que possa parecer, é possível construir uma reputação a partir de um erro. Se você erra, e admite, corrige o erro e segue em frente, sua reputação ganha pontos, pois você soube superar o equívoco.
As pessoas e as empresas não devem ter medo de errar. Mas precisam ter medo de não reconhecer os erros.
Este sim, é um comportamento “arrasa-reputação”. Se a Exxon tivesse reconhecido o erro no episódio do vazamento de óleo do seu navio Exxon Valdez (já relatado aqui), teria sofrido muito menos desgaste em sua imagem, a forma perceptível da reputação.
A maneira de se conseguir boa reputação reside no esforço em se ser aquilo que se deseja parecer.”
A frase acima, de Sócrates, resume bem o que as empresas, de fato, devem buscar. Precisam se tornar aquilo que em geral apenas comunicam. Precisam se tornar merecedoras da reputação que procuram construir.
É um esforço continuado, que só pode ser atingido por meio de ações consistentes e transparentes. Ou, nas palavras de Henry Ford: “Você não pode construir uma reputação baseado no que você ainda vai fazer.”
O primeiro passo para a construção da reputação não é a escolha da agência de publicidade.
É a leitura honesta do cenário onde sua empresa atua. O que precisa mudar. Quais os valores a serem perseguidos e preservados. Escolher os problemas e começar a resolvê-los de maneira objetiva.
Não adianta nos preocuparmos com o fato de ser um longo caminho, pois é o único caminho.
As empresas que perceberem a forma correta de construir (e manter) sua reputação estarão mais aptas a enfrentar um cenário econômico cada vez mais complexo, num mundo cada vez mais veloz e conectado. Conseguirão fazer isso somente aquelas que se preocuparem primeiro com valores éticos e tiverem consciência do seu papel.
Como dizia o padre Antonio Vieira: “Muitos cuidam da reputação, mas não da consciência.”
Em terra de surdo...
Por Jorge Carrano
São poucas as empresas que aprenderam, de fato, a ouvir seus clientes. Essa capacidade, além de óbvia visão de negócios, pressupõe uma área de comunicação atuante e antenada. Durante muito tempo, mesmo em grandes corporações, as áreas de comunicação eram vistas como “aquele pessoal que organiza a festa de fim de ano”. E o pior: isso era verdade em muitos casos.
Só que, no contexto da globalização econômica – que tornou o fluxo de mercadorias, serviços e pessoas mais intenso – presenciamos também uma “globalização das comunicações”, iniciada pela internet e consolidada com as redes sociais. Esse fenômeno se caracteriza, principalmente, pela descentralização da produção de conteúdos e pela informação instantânea.
E a velocidade na circulação de informações e a instantaneidade ditaram uma nova regra: é imprescindível acompanhar o que falam de sua marca. Em tempo real.
Pense no Facebook, que, com seus mais de 500 milhões de usuários, seria o terceiro país mais populoso do mundo. Ou nos milhões de seguidores de alguns no Twitter, os milhões de vídeos assistidos no You Tube diariamente. Os números das redes sociais não param de crescer e surpreender.
Infelizmente, mais surpreendente é o fato de que empresas que vivem de “reputação” e dependem do prestígio de suas marcas para sobreviver – e são quase todas que disputam mercado – não tenham ainda percebido a importância de escutar seus públicos.
Elas precisam perceber a mudança no cenário ao seu redor, e atualizar o velho ditado. Antes, dizia-se “em terra de cego, quem tem um olho é rei”.
No mundo conectado em que vivemos, precisamos de uma nova versão: em terra de surdo, quem tem um ouvido é rei.
Lições do Gattopardo
Por Jorge Carrano
Em meados da década de 1950, Giuseppe Tomasi dei Lampedusa escreveu “Il Gattopardo”. A história se passa em 1860, ano em que Garibaldi chegou à Sicília com seus ideiais revolucionários. O personagem principal, Don Fabrizio Corbera, percebe que o fim da aristocracia estava próximo, e uma nova era se iniciava. Pronuncia, então, a frase mais célebre da obra: “é preciso que algo mude para tudo permanecer como está”.
Sem querer soar apocalíptico, talvez seja preciso questionar o futuro das empresas no modelo atual. É preciso que elas mudem, para poderem continuar no mercado.
Vamos a alguns aspectos dessa questão, sem a pretensão de esgotá-los:
1. Modelo. O formato atual de análise do desempenho das empresas, determinado por certa “tirania” do mercado, estabelece a necessidade de lucros trimestrais crescentes. Um ou dois resultados trimestrais ruins faz com que algumas empresas mudem seus diretores, revisem suas políticas, ou passem a considerar pequenas “maquiagens” no balanço, em casos extremos. Tem uma empresa crescendo muito rápido na Bolsa? Pense duas vezes antes de comprar suas ações. Esse modelo visa dar retorno aos acionistas, o que é legítimo, mas traz um conflito inevitável: a necessidade de gerar lucro é infinita, mas a capacidade de gerar resultados, não.
2. As pessoas. O mundo é cada vez mais dos jovens. Se por um lado, isso deixa as empresas com mais capacidade de inovar, falta a esses novos gestores a experiência e a calma de tomar decisões por vezes difíceis, mas necessárias. Aliado ao item anterior, esse fenômeno cria uma geração de profissionais neuróticos, com grande potencial de infartar antes dos 40 anos.
Outro fenômeno típico dessa geração é a mudança constante de empresa. Pesquisa divulgada na semana passada pelo O Globo mostra que boa parte dos jovens trocou de emprego pelo menos uma vez nos últimos 12 meses. Ok, o mundo está mais rápido, mas ninguém aprende de verdade sobre um mercado ou uma empresa em poucos meses. As empresas precisam descobrir quem são seus verdadeiros talentos, e como fazer para, de fato, manter esses profissionais estimulados.
3. Sustentabilidade. Para complicar mais o cenário, temos um terceiro aspecto: o planeta. Naturalmente, os recursos naturais são finitos, estão cada vez mais escassos, e a sociedade está cada vez mais “de olho” nas empresas. O resultado é que, para manter a chamada “licença social” para operar, as companhias precisam de modelos de produção mais eficientes, não apenas eficazes. Esses modelos que respeitam o ambiente são ainda, em sua maioria, mais caros.
Ainda nessa linha de preocupação ambiental, a reversão da cadeia produtiva – com a obrigação de as empresas cuidarem da reciclagem ou disposição em lugares adequados de seus produtos após o uso – é mais um fator de custo. Pode até significar uma oportunidade, mas não sem investimento.
4. Cultura do “grátis”. A internet trouxe, junto com imensas oportunidades de comunicação, também um gosto pela cultura do “grátis”. No dia 12 de agosto deste ano, o site Diário Digital divulgou um estudo global realizado pela Haboo, comunidade virtual voltada para o público adolescente. Segundo a notícia “mais de metade dos jovens de 11 a 18 anos não estão dispostos a pagar por conteúdos na Internet. Segundo o estudo, realizado com 50 mil cibernautas dessa faixa etária, 32% desses utilizadores não pagam pelo que acessam, e 26% pagariam somente se não houvesse nenhuma opção grátis disponível.” Com isso, a produção de conteúdo original pode ser comprometida. Em escala global, isso afeta os negócios de empresas em muitas cadeias produtivas. E pode, em outra escala, tornar o respeito pela propriedade intelectual “uma coisa do passado”.
5. Respeito. Basta conversar com pessoas que habitam o universo corporativo para perceber o quanto se sentem pressionadas. A degradação de certos valores éticos e comportamentais na sociedade é nítida, e isso se reflete dentro das empresas, mesmo as mais sérias, que buscam oferecer condições de trabalho dignas e um ambiente saudável aos seus colaboradores. Como me dizia um amigo já falecido, a “qualidade da matéria-prima humana está se degenerando rapidamente”. A competição interna, os prazos cada vez mais curtos e a falta de foco no que realmente importa são aspectos que causam enorme stress nas pessoas.
A pressa torna-se o “default“, e cria-se a perigosa confusão entre o que é urgente e o que é importante. E o urgente acaba priorizando os esforços para atingir resultados financeiros que, na verdade, refletem saúde apenas nos pregões.
Enquanto isso, nas salas de reunião, no chão da fábrica, nas relações com as comunidades, nas redes sociais e nas prateleiras do mercado, temos corporações terminais.
E-ducação
Por Jorge Carrano
Apesar de já existir há mais de 40 anos, o correio eletrônico (e-mail) ainda é mal utilizado. E isso acontece tanto na esfera corporativa quando na pessoal.
Do lado empresarial, os sites deixam muito a desejar. Experimente um “fale conosco”. Primeiro, você precisará achar os canais (se disponíveis) para fazer sua solicitação ou questionamento, e existe uma grande chance de sua mensagem nunca ser respondida. Vários estudos têm mostrando como esse recurso elementar da interatividade ainda é bastante negligenciado.
Do lado dos usuários em geral, reina ainda um desconhecimento da etiqueta no uso do e-mail. Nunca é demais lembrar alguns princípios básicos de uma boa “e-ducação”:
1. Não envie mensagens para pessoas que nada têm a ver com o assunto. Isso apenas gera tráfego desnecessário na rede, e entope a caixa postal das pessoas. Muita gente tem essa mania por querer “mostrar serviço”.
2. Evite anexar arquivos muito pesados. Se possível, é melhor colocar o arquivo numa página web e enviar apenas o link por e-mail para que o destinatário faça o download do arquivo. Vale ainda observar que alguns formatos de arquivo (.exe e .zip, por exemplo) são normalmente bloqueados nos firewalls das empresas, pois são extensões que podem trazer vírus ou outras ameaças.
3. Cuidado com o português. O fato de ser um meio rápido não dá direito de assassinar o idioma. Revise o que escreveu antes de enviar, e evite o excesso de abreviações. Gírias também não cabem numa mensagem profissional.
4. Não escreva somente com letras maiúsculas. São como se você estivesse “gritando”. Tampouco escreva tudo em minúsculas, pois denota pouco caso com o assunto ou o destinatário.
5. Seja educado. Não custa começar a mensagem com um “prezado fulano” e terminar com um “atenciosamente” ou suas variações. O excesso de objetividade pode ser interpretado como falta de educação. E, geralmente, é.
6. Cuidado com os pedidos “para ontem”. A regra aqui é simples: se tudo é prioridade, nada é prioridade. Ou seja, só peça uma coisa com urgência se essa realmente existir… do contrário você fica igual àquele menino que vivia contando mentiras, e um dia, quando era verdade, ninguém mais acreditava nele.
7. Por fim, não se esqueça que, ao usar o e-mail da empresa, você dever redobrar a atenção, pois estará (querendo ou não) falando em nome da empresa. Algumas companhias têm regras claras sobre uso de e-mails. Vale a pena conhecê-las logo.
Se você acha que essas dicas são óbvias demais, basta abrir sua caixa de entrada, e dar uma olhada se algumas mensagens que você recebeu (será que enviou?) não cometem alguns desses equívocos.




 
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