Bem-Vindo ao nosso Portal

O profissional de Secretariado Executivo deve possuir uma visão macro da realidade e estar inserido nos avanços da tecnologia, do gerenciamento das informações, da comunicação empresarial e dos processos administrativos.

Ele administra de forma adjunta e é o agente executor mais próximo do centro de deliberações do processo decisório. É um profissional que atua nos mercados nacional e internacional como facilitador da ação administrativa nas organizações.

2leep.com

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

'Melhores professores de inglês não são britânicos nem americanos', diz linguista.


Para David Graddol, o ideal é que o docente fale a mesma língua do aluno. Especialista diz que o ensino do idioma no Brasil tem décadas de atraso.

Ao contrário do senso comum, o melhor professor de idiomas não é o nativo, mas aquele que fala também a mesma língua do aluno. A vantagem desse profissional está na capacidade de interpretar significados no idioma do próprio estudante. Com a hegemonia ameaçada no caso do inglês, professores americanos e britânicos devem reavaliar a maneira como ensinam o idioma.

As conclusões fazem parte de duas pesquisas desenvolvidas pelo lingüista britânico David Graddol, 56 anos, a pedido do British Council, órgão do governo do Reino Unido voltado para questões educacionais.


No Brasil para participar de seminários sobre língua estrangeira, ele avalia que o ensino do inglês nas escolas brasileiras está muitas décadas atrasado em relação a outras nações e sugere que o país aproveite os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo para tentar correr atrás do prejuízo.


Durante 25 anos, Graddol foi professor da renomada UK Open University e atualmente é diretor da The English Company e editor da Equinox Publishing. Ele prepara um terceiro estudo, este focado mais na Índia, que será publicado até o final do ano.

Ler mais:http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1368465-5604,00-MELHORES+PROFESSORES+DE+INGLES+NAO+SAO+BRITANICOS+NEM+AMERICANOS+DIZ+LINGUI.html

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Depoimento enviado a Professor Sérgio Luis Hillesheim.


Este e-mail é para dizer o quanto sou grata por tudo o que o curso de Secretariado nos proporcionou. Digo no plural, pois eu e a Elaine conseguimos nos sobressair ao mercado de trabalho, que atualmente é bem competitivo. Eu e a Elaine trabalhamos em uma empresa onde exerço o cargo de gerente de produção e a Elaine gerente administrativo. Estamos muito felizes, pois estamos colocando em prática tudo o que aprendemos na faculdade. As disciplinas que envolvem gestão e que estudamos no decorrer do curso são de suma importância no meu dia-a-dia. O interessante também, Sérgio, é que na empresa, os colaboradores são todos homens, inclusive os secretários. As únicas mulheres na empresa somos nós, e por incrível que pareça, não temos encontrado dificuldades em relação a isto. Outro assunto que gostaria de comentar com você é o seguinte: O nosso diretor executivo esteve na China e nossa empresa começou a negociar maquinários com os chineses. Em nossas últimas reuniões, nosso diretor ressaltou a importância do aperfeiçoamento da língua inglesa (ou seja, já nos cobrou). Já estamos comunicando muito bem com eles via e-mail. O inglês comercial têm nos ajudado muuuuito. Lá na China, mesmo que o dialeto seja o mandarim, nas empresas sempre tem colaboradores que falam inglês. Vamos continuar nos aperfeiçoando, pode ter certeza... Estamos muito felizes, nos sentindo realizadas e aprendendo a cada dia as exercer as funções de um secretário executivo bilíngue. Saudades de você e de suas palavras sábias. Abraços de sua eterna aluna e amiga, Marlene Tavares, Secretária Executiva Bilingue.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Reflexão




Perguntaram a Mahatma Gandhi quais são os fatores que destroem os seres humanos. Ele respondeu:
"A Política, sem princípios;
o Prazer, sem compromisso;
a Riqueza, sem trabalho;
a Sabedoria, sem caráter;
os Negócios, sem moral;
a Ciência, sem humanidade;
a Oração, sem caridade."
E continuou:
"A vida me ensinou que as pessoas são amigáveis​​, se eu sou amável; que as pessoas são tristes, se estou triste; que todos me querem, se eu os quero; que todos são ruins, se eu os odeio; que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrio; que há faces amargas, se eu sou amargo; que o mundo está feliz, se eu estou feliz; que as pessoas ficam com raiva quando eu estou com raiva; que as pessoas são gratas, se eu sou grato. A vida é como um espelho: se você sorri para o espelho, ele sorri de volta. A atitude que eu tome perante a vida é a mesma que a vida vai tomar perante mim."


http://maiortv.com.pt/sociedade/jobs/sociedade196.html

Uberaba, 17 de outubro de 2011.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Noticia Cultural



RECICLOWNS.

Data: 09/10/2011 (domingo)
Local: Feira da Abadia (próximo a loja Bazar Azul)
Horário: 10h
Entrada Franca

www.circonstancia.com

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Feliz dia do profissional de Secretariado Executivo!




Hoje, dia 30 de setembro de 2011, o Brasil comemora 26 anos de Regulamentação da Profissão de Secretariado Executivo.
 
Temos muitos motivos para comemorarmos e muitas outras conquistas para desbravarmos, principalmente com relação ao reconhecimento e conhecimento real da nossa atuação e importância nas corporações contemporâneas.
 
Parabéns pelas conquistas já efetuadas e força para alcançar aquelas que precisamos desbravar nos próximos anos.
 
FELIZ DIA DO SECRETÁRIO EXECUTIVO E QUE GRANDES E INFINITAS CONQUISTAS ESTEJAM PARA ACONTECER EM SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL.



quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Secretariado Executivo Bilíngue

Secretariado Executivo Bilíngue.

Durante a segunda fase da Revolução Industrial (fase esta iniciada em 1860), Christopher Sholes inventou um tipo de máquina de escrever. Sua filha - Lilian Sholes - testou tal invento, tornando-se a primeira mulher a escrever numa máquina, em público. Lilian Sholes nasceu em 30 de setembro. Por ocasião do centenário de seu nascimento, as empresas fabricantes de máquinas de escrever fizeram diversas comemorações. Entre elas, concursos para escolher a melhor datilógrafa. Tais concursos alcançaram sucesso, passando a repetir-se anualmente, a cada 30 de setembro. Como muitas secretárias participavam, o dia passou a ser conhecido como o "Dia das Secretárias". Com o surgimento das associações da classe de secretárias do Brasil, apareceram os movimentos para o reconhecimento da profissão. Das atividades das associações, uma das conseqüências foi à divulgação e popularização do dia 30 de setembro como sendo o "Dia da Secretária". Em alguns Estados brasileiros o dia foi oficialmente reconhecido. Em São Paulo, por exemplo, a lei nº 1.421 de 26/10/1977, reconhece e oficializa 30 de setembro como "Dia da Secretária". Há também o "Dia Internacional da Secretária", que é comemorado na última 4ª feira do mês de abril. E você Secretária, qual sua atitude neste dia? Primeiro - Faça dele um dia de reflexão, de auto-análise pessoal e profissional. Ser Secretária, hoje, é optar por uma profissão. É gostar do que se faz. É investir no crescimento e na harmonia pessoal e profissional. É ter consciência do seu importante papel de agente de mudança e da atuação como assessor e agente facilitador. São Jerônimo é o Santo protetor das Secretárias. Ele foi secretário do Papa Dâmaso, que governou a Igreja Católica de 367 a 384 e seu dia é 30/9.

*Fonte: Fenassec

Saiba mais no: www.portaldosecretariado.com.br

Uberaba, 29 de setembro de 2011.

sábado, 24 de setembro de 2011

"NETiqueta"


Todos sabemos que um dos diferenciais da secretária executiva é a etiqueta! E, como a primeira impressão é a que fica, esteja sempre atenta à postura, cabelos, maquiagem, comportamento, e também à forma de se expressar.

A maneira como você fala, o vocabulário utilizado e a entonação de voz dizem muito sobre você. Isso vale não só para a oralidade, mas também para a escrita – e , atualmente, para o mundo virtual! Isso mesmo, secretária executiva! O mundo da Internet também tem suas regras de etiqueta!

O Blogger do curso de Secretariado Executivo Bilíngue da FAZU vai dar algumas dicas de como se comportar corretamente no mundo virtual. Veja só:

- Maiúsculas: textos em maiúsculas (CAPS LOCK ativado), na maioria dos casos, dão a entender que você está gritando. Se quiser destacar algo, sublinhe ou coloque entre aspas. Se o programa utilizado na comunicação permitir, use o itálico ou negrito, mas sempre de forma moderada para não poluir o texto.

- Erros de grafia: Em conversas informais, é normal que a norma culta da língua seja posta de lado, e utilizemos gírias e expressões do dia a dia. Porém, isso não quer dizer que se possa escrever de qualquer jeito. Atenção para os erros que muda o significado do que se quer dizer, como usar “mais” em vez de “mas”, ‘e” em vez de “é”, “de” em vez de “dê” e assim por diante.

- Pontuação: Por mais informal que seja, o detinatário pode não conseguir acompanhar o fluxo de pensamento de queme stá escrevendo. Por isso, a necessidade de pausas. Atenção à pontuação e à divisão de parágrafos.

- Respostas: Ao enviar respostas em fóruns, lista de discussões ou debates em redes sociais, como facebook, por exemplo, procure ser claro sobre o que está falando ou a que está se referindo. Copie e cole um trecho da questão, dê o nome ao que você pretende responder e evite deixar sua réplica solta, sem referências às mensagens prévias nas quais você se baseou.

- Público X privado: Questão cara em tempos de redes sociais, o cuidado com o que se publica é essencial para evitar mal-entendidos e situações constrangedoras. Como o meio virtual permite respostas muito rápidas e publicações instantâneas, pense antes de tornar públicos seus pensamentos. Por isso pense, escreva, leia o que escreveu e só depois publique na internet. Lembre-se que suas opiniões ficarão registradas e que podem ser facilmente associadas ao seu nome numa busca rápida. Evite também publicar informações que possam lhe causar problemas, como críticas ao seu chefe e endereço.

- Velocidade: A comunicação via correio eletrônico possibilita a comunicação de forma rápida e precisa. Por isso, nada de levar a eternidade para responder aos e-mails enviados a você. Seja breve, porém, não deixe de responder! Se entraram em contato com você, estão aguardando sua resposta! Por isso, não seja deselegante: responda, sempre que for uma informação útil ou pessoal.

Esperamos que tenham gostado das dicas! Boas comunicações virtuais a você!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Conheça a FAZU





Alunos de Escolas Públicas do Ensino Médio visitam nos meses de setembro e outubro a FAZU.





A coordenação dos cursos e ensino dos cursos noturnos estará recebendo nos meses de setembro e outubro alunos das escolas do 3º ano do ensino médio de Uberaba. A previsão é de receber 12 escolas de Uberaba.



De acordo com os coordenadores, por meio do projeto, a FAZU exercita a sua missão: “Educação para o desenvolvimento humano, tecnológico, científico e cultural, qualificando profissionais comprometidos com o bem-estar da sociedade”. No dia 22 de setembro, das 19h às 20h40, foram recebidas as escolas: - Escola Estadual Frei Leopoldo de Castelnuovo- Escola Estadual Paulo José Derenusson- Escola Estadual Quintiliano Jardim Essa ação é uma oportunidade ímpar para os alunos das escolas citadas uma vez que eles estão conhecendo todos os diferenciais da FAZU (observação de toda estrutura). Além disso, essa experiência está sendo muito rica para todos nós. Primeiro porque estamos colaborando com a sociedade por meio das reflexões sobre a escolha profissional e mercado de trabalho. Segundo porque os alunos dessas escolas têm oportunidade de refletir que caminhos e como trilhá-los em busca do sucesso profissional.


Uberaba, 22 de setembro de 2011.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

ELOGIE DO JEITO CERTO


Por Marcos Méier

Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos. O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” … e outros elogios à capacidade de cada criança.


O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até
conseguir, muito bem!” … e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si.

Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência. As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa.

A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”.

As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado. Nós sabemos de muitos casos de jovens considerados inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” obterem a vitória. Os inteligentes confiaram demais em sua capacidade e deixaram de se preparar adequadamente. Os outros sabiam que se não tivessem um excelente preparo não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas.

No entanto, isso não é tudo. Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado.
Nossos filhos precisam ouvir frases como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo… você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram… você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu videogame foi muito legal, você é um bom amigo”.

Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o
comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real. Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é, amor”, “acho você muito esperto meu filho”, “Como você é charmoso”, “que cabelo lindo”, “seus olhos são tão bonitos”. Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente. Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas de montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil.

Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.



[*Marcos Meier é mestre em Educação, psicólogo, professor de Matemática e

especialista na teoria da Mediação da Aprendizagem em Jerusalém, Israel]

Uberaba, 20 de setembro de 2011.

Em comemoração ao dia do(a) Secretário(a) que acontece no próximo dia 30, relembramos o surgimento do dia da profissão!


Durante a segunda fase da Revolução Industrial (fase esta iniciada em 1860), Christopher Sholes inventou um tipo de máquina de escrever. Sua filha - Lilian Sholes - testou tal invento, tornando-se a primeira mulher a escrever numa máquina, em público.

Lilian Sholes nasceu em 30 de setembro de 1850. Por ocasião do centenário de seu nascimento, as empresas fabricantes de máquinas de escrever fizeram diversas comemorações. Entre elas, concursos para escolher a melhor datilógrafa.

Tais concursos alcançaram sucesso, passando a repetir-se anualmente, a cada 30 de setembro. Como muitas secretárias participavam, o dia passou a ser conhecido como o "Dia das Secretárias".

Com o surgimento das associações da classe de secretárias do Brasil, apareceram os movimentos para o reconhecimeno da profissão. Das atividades das associações, uma das conseqüências foi a divulgação e popularização do dia 30 de setembro como sendo o "Dia da(o) Secretária(o)".

Em alguns Estados brasileiros o dia foi oficialmente reconhecido. Em São Paulo, por exemplo, a lei nº 1.421 de 26/10/1977, reconhece e oficializa 30 de setembro como "Dia da(o) Secretária(o)".


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

A era da correria


Uberaba, 19 de Setembro de 2011.

domingo, 11 de setembro de 2011

Alunos de Secretariado Executivo da FAZU participam de viagem cultural à Argentina


A partir de hoje (11/09), alunos do curso de Secretariado Executivo, dão início a uma viagem cultural à cidade de Buenos Aires, na Argentina. Além de promover uma imersão dos alunos na língua e cultura do país, com um roteiro que inclui visitas a pontos turísticos e culturais da cidade, a viagem faz parte da comemoração dos dez anos do curso de Secretariado Executivo Bilíngue da faculdade, além dos 26 anos de emancipação da profissão de Secretariado Executivo Bilíngue no Brasil.

sábado, 10 de setembro de 2011

Dica Cultural

Para navegar em um mundo de cultura e arte circense acessem: Circonstancia.
Por:Mayron Engel - Pedagogo, ator por oficio, artista circense pela dedicação, bailarino pela necessidade e educador pelo brilho nos olhos de quem aprende, neste momento que se instala a eternidade, no meu aprendizado e no dos outros.

O intuito do blog Circonstância é manter aceso o processo de desenvolvimento do circo, seja ele pessoal na qualidade de autor do blog, seja no desenvolvimento nacional do circo, na sua plenitude e dimensão visível.
Através das reflexões buscar o aprimoramento, o desenvolvimento e a consolidação de uma linha artística circense, acompanhada da consciência do que está acontecendo no mundo do circo, buscando esta troca necessária para um desenvolvimento completo como artista/político que entende e assume a sua responsabilidade com todo o contexto circense.
O Circonstância pretende acompanhar as diretrizes políticas traçados para o circo no Brasil, leis, conferências, encontros, festivais e acompanhar as notícias da Funarte e do site Circonteudo referências na luta pelo direitos e deveres e história do circo.

Uberaba, 10 de setembro de 2011.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Programação de comemoração dos 26 anos de regulamentação da Secretariado Executivo no Brasil e 10 anos de SEB FAZU.


Para a comemoração dos 26 anos de regulamentação da Secretariado Executivo no Brasil e 10 anos de SEB FAZU, o curso de SEB organização dentro do Projeto Divulgue-SE as seguintes atividades:


11 a 18.09.11 - Viagem a Buenos Aires.
30.09.11 - Culto Ecumênico (Dia oficial do SE no Brasil).
03.10.11 - Mostra de produtos utilizados pelos profissionais de SE, com Happy-hour.
04.10.11 - Minicurso sobre SixSigma (Equipe Black&Decker).
05.10.11 - Painel: As dimensões mercadológicas da profissão de Secretariado Executivo (Convidados: Egressos do Curso de SE).
06.10.11 - Brainstorming: Estratégias para divulgação do curso de SEB da FAZU, a partir da perspectiva dos acadêmicos.
07.10.11 - Etiqueta à mesa: Teoria e prática (Jantar).
10.10.11 - Sarau: A cultura e a profissão.
Realização: FAZU/Curso de Secretariado Executivo Bilíngue
Organização: Coordenação de Curso e de Ensino; Acadêmicos do 2º período de SEB e Diretório Acadêmico.

Uberaba 09 de Setembro de 2011.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Depoimento de Egresso – SEB.





Alessandra Janaina de Oliveira Duarte Sawyer.
Formado em Secretariado Executivo Bilíngue em 2005.




A Fazu faz a diferença na minha vida onde quer que eu esteja. Sou ex-aluna do curso de Secretariado Executivo Bilíngüe o qual me abriu muitas oportunidades e melhorou muito a minha vida não só profissional, mas pessoal. Tenho muito orgulho de ter me graduado na Fazu onde conheci e convivi com excelentes professores, diretores, coordenadores, estudantes e os demais funcionários os quais fazem parte da minha trajetória acadêmica. Sem contar as amizades que lá conquistei. No sexto período consegui um contrato de um ano para lecionar aulas de inglês para o ensino médio na Escola Estadual Quintiliano Jardim. Com esta oportunidade pude ver que o curso de Secretariado pode dar muitas oportunidades de trabalho em varias áreas. O Secretariado Executivo na minha opinião e um excelente curso porque abrange varias áreas proporcionando mais oportunidades para esse profissional. Atualmente não estou trabalhando, pois logo que consegui minha graduação, me casei, mudei de pais e tive meus filhos. Mas estou bem tranquila em relação a vida profissional, pois sei que o curso me dá oportunidades para exercer em muitas áreas, principalmente por causa dos idiomas. Moro em Mckinney, TX, USA e vejo um mercado extraordinário para as pessoas com essa qualificação, sem contar que a procura de profissionais bilíngües em português/inglês cresce a cada dia em vários seguimentos como empresas eletrônicas, empresas aéreas, universidades, restaurantes e hotéis.

Depoimento.




Daniela Rocha Almeida.
Pós-gradruada em Assessoria organizacional com ênfase em Gestão Empresarial pela FAZU.

A minha formação inicial é Pedagogia com Habilitação em Supervisão Escolar pela UNIUBE – Universidade de Uberaba em 1998. Fazer a Pós-Graduação em Assessoria Organizacional com ênfase em Gestão Empresarial era uma vontade e um sonho... O sonho se tornou realidade em uma das conversas com o professor Sérgio, coordenador do curso de Secretariado Executivo Bilíngue e com apoio da diretora professora Dionir. O curso envolvia várias áreas do conhecimento e aplicações tanto na minha vida pessoal como profissional. No período de 2007 a 2009 vivenciei aulas, dinâmicas, viagens que contribuíram para novas idéias e ações em meu ambiente de trabalho. O curso reforçou ainda mais em mim a vontade de integrar a área da Tecnologia da Informação em meu cotidiano. Prova disso foi à concretização da minha monografia intitulada: CONTRIBUIÇÕES DA USABILIDADE E ERGONOMIA COGNITIVA PARA A MELHORIA DOS PROCESSOS E PROCEDIMENTOS DO WEBSITE DA FAZU. As disciplinas ligadas à tecnologia, o apoio da Instituição FAZU e do meu orientador professor Reginaldo Costa Silva contribuíram de forma expressiva para as mudanças em uma das vitrines Institucionais, o website. A direção da FAZU tomou conhecimento do estudo feito para melhorias do website em novembro de 2008 e resolveu implementar as sugestões, a partir de fevereiro de 2009, por julgar que as recomendações registradas são pertinentes para valorização do website e consequentemente da Instituição com um todo. Após esse período a equipe de marketing e informática fizeram novas remodelações no ambiente. Nesse sentido uma das frases mais importantes da minha pesquisa foi, “É preciso que as organizações aprendam a ouvir os seus usuários. Esta é a mais importante e primeira lição do processo de Design Centrado no Usuário.” Essa frase e lição a FAZU concretizou da forma mais clara possível, nas ações de mudança do website Institucional.

Depoimento de Egresso - SEB




Meiv Sene Rosa.
Formada em Secretariado Executivo Bilíngue em 2005.

Ao pensar em carreira profissional, não tive dúvidas ao escolher o Curso de Secretariado Executivo Bilíngue. Poder estudar e ao mesmo tempo observar o quanto o mercado era e continua sendo receptivo aos profissionais de Secretariado foi o principal incentivo que me motivou a terminar o curso. Hoje, a profissão me permite atuar em várias áreas: eventos, funções administrativas, docência. E ao atuar tenho a consciência de que as competências, habilidades e atitudes do perfil dessa profissão são imprescindíveis ao desempenho diário das atividades dos Secretários Executivos Bilíngues. Ser Secretária Executiva é uma profissão que me exige enorme responsabilidade, principalmente por poder atuar em uma área estratégica, na qual posso testar e comprovar na prática o que a teoria do curso me proporcionou. Tenho orgulho de ser egressa da primeira turma do curso, de ter sido mais uma aluna da FAZU, e de poder deixar aqui, aos demais colegas, esse depoimento, no qual reafirmo a importância de se conhecer o caminho certo a trilhar quando o que nos move é a realização de um sonho.

Guia do Estudante.

O curso de Secretariado Executivo das Faculdades Associadas de Uberaba - FAZU foi estrelado na avaliação de cursos superiores realizada pelo Guia do Estudante (GE) e constará da publicação GE Profissões Vestibular 2012, que passa a circular nas bancas a partir do dia 6 de outubro.





Uberaba, 08 de Setembro de 2011.

domingo, 24 de julho de 2011

VIDA DIGITAL

 



Artigo que saiu na revista Veja, edição de 20 de julho de 2011.

O artigo mostra como podemos aproveitar a Internet, através do uso de sites disponíveis e as redes sociais para aprendermos uma língua estrangeira. Aproveite a leitura e coloque em prática as dicas, utilizando seu tempo livre para ter mais contato com um idioma, seja o Inglês ou Espanhol. Uma forma atraente e divertida de "estudar".

http://veja.abril.com.br/acervodigital/home.aspx?edicao=2226&pg=118

Em tempo: a revista Veja disponibiliza na Internet todas as edições anteriores (na íntegra). Vale como pesquisa ou mesmo ler a da semana anterior...

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O PODER DAS CONEXÕES

 


Queridos alunos e seguidores,
artigo muito interessante, sugerido pela professora Sandra Tiveron, que saiu na revista Você S/A - edição 156 de junho-2011.
 Leva-nos a repensar nossos conceitos em relação às redes sociais, usando-as não só para amizades mas, principalmente para vida profissional. Boa leitura!

http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/capa-poder-conexoes-632661.shtml






Se você tem 30 anos de idade, é bem provável que ainda esteja no mercado de trabalho em 2051, quando tiver 70. Isso porque na maior parte do mundo a expectativa de vida está aumentando e será necessário trabalhar até uma idade mais avançada. No Brasil, por exemplo, a expectativa subiu de 70 para 73 anos na última década. Essa é uma das principais transformações sociais pelas quais o planeta passará nos próximos anos e que mudarão completamente a maneira como trabalhamos, é o que aponta um livro lançado no mês passado no reino unido chamado the shift (“a mudança”, em português).
Sua autora é lynda Gratton, professora de gestão empresarial da london Business school. Ela lidera um consórcio de 45 empresas como Nokia, Bt, Shell e Tata consultancy services para entender como será o trabalho no futuro (veja entrevista no final desta reportagem). Lynda conclui que estamos próximos de uma virada radical. “Só na primeira revolução industrial vimos um rompimento de tal magnitude nas relações de trabalho”, diz.
“De uma só vez, mudará o que fazemos, onde fazemos, como trabalhamos e com quem.” Nesta reportagem, VOCÊ S/A consultou alguns dos principais especialistas brasileiros em carreira e tecnologia, e a conclusão deles é semelhante: no mercado de trabalho que está se desenhando, o profissional de sucesso será um especialista altamente conectado.
Não importa sua ocupação, o trabalho deverá ser pensado como uma grande rede social, onde você encontrará as pessoas que impulsionam seu trabalho e, ao mesmo tempo, compartilhará seu conhecimento para ajudar outras. O emprego continuará a existir, mas não como o eixo central da carreira. A rede orientará seu desenvolvimento profissional.
Quanto mais qualificados forem você e suas conexões, mais chances você terá de estar satisfeito com a carreira e maiores serão as oportunidades de enriquecer. “Não podemos imaginar o futuro do trabalho simplesmente extrapolando as experiências do passado”, afirma Lynda. Em pouco mais de dez anos, diz a pesquisadora, seremos 5 bilhões de pessoas conectadas à nuvem da internet procurando por trabalho e muitas ocupações que existem hoje serão feitas por computadores ou robôs.
Em termos de história do trabalho, o que se vê hoje é, na verdade, o avanço de um fenômeno que os especialistas em carreira estudam desde os anos 1990. “Há alguns anos já se prevê uma migração dos empregos tradicionais para carreiras mais flexíveis, mais ligadas a projetos e a serviços de alto valor”, diz Anderson Sant’Anna, professor da Fundação Dom Cabral, de Minas Gerais.
“A tecnologia não é a causa, mas está ajudando a intensificar esse fenômeno.” A origem desse movimento está nos últimos anos do século passado, porque foi nesse período que as empresas iniciaram o movimento de enxugamento de seus quadros de funcionários. Em termos históricos, foi um rompimento dos laços entre organizações e pessoas. Desde então, as empresas estão se tornando estruturas cada vez menores — e muitas vezes empobrecidas de talento.
Hoje, com esse movimento levado à exaustão, um novo cenário começa a amadurecer. “As companhias inteligentes já perceberam que as pessoas mais importantes para suas estratégias estão do lado de fora de seus muros”, diz Silvio Meira, cientista- chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar). Aqui começa a história do trabalho em rede.
Adquirir conhecimento no mercado passará a ser uma atividade essencial para qualquer negócio que deseja sobreviver. Para resolver seus problemas, as organizações precisam buscar competências de especialistas independentes e coordená-los. É assim que as redes se formam. Esse fenômeno já ocorre e vai avançar. “Quantas vezes durante o trabalho você já disse ‘vamos ligar para fulano que é ele quem entende disso’”, diz Silvio.
Nos próximos anos, quem vai ganhar dinheiro é exatamente o fulano que entende muito bem de alguma coisa. Para buscar esses conhecimentos na rede, empresas como Tecnisa, Fiat e Procter & Gamble (P&G ) têm usado programas de inovação aberta. A empresa cria um site na internet e convoca a comunidade a fazer sugestões. Na P&G, o portal Connect and Develop (“conectar e desenvolver”) é aberto a consumidores, fornecedores, professores, pesquisadores e a outras companhias.
Até concorrentes são convidados a propor parcerias. “A grande diferença nessa forma de trabalhar é estar sempre conectado, seja com pessoas de mercado, seja com colegas de outras unidades da empresa no mundo”, diz Elisete Polansky, de 38 anos, gerente de inovação da Procter & Gamble, que já recebeu ideias de todos os públicos.
Num dos casos mais recentes, Elisete trabalhou com a petroquímica Braskem no desenvolvimento de uma embalagem plástica mais ecológica para uma linha de produtos para cabelo. “Sejam as sugestões boas ou não, tenho de dar uma resposta ao autor”, diz. “Há ideias que não vamos aproveitar, e perguntamos aos autores se podemos passálas a outras empresas.”
Conexão é uma habilidade A principal discussão de carreira será como se credenciar para participar da rede. “A primeira coisa a fazer é se especializar”, diz Lynda. “Ser um generalista superficial, que sabe um pouco de tudo, não vai resolver”, diz ela. “A pessoa não precisa saber tudo, mas precisa dominar uma área a ponto de dizer com segurança que entende daquilo”, explica Silvio Meira, que acrescenta que não basta saber: é preciso executar também.
“Você precisa ter a capacidade de pôr em prática o que sabe, caso contrário fica no nível teórico e ninguém precisa de pessoas apenas teóricas.” A partir daí, você está pronto para se jogar na rede e começar a criar conexões. A palavra-chave é colaboração: peça e ofereça ajuda para realizar coisas coletivamente. “A rede é o lugar para você acessar quem sabe o que você não sabe e quem é capaz de executar aquilo que você não é capaz”, explica Silvio. 
O indiano Dhaval Chadha, de 24 anos, sócio da consultoria de estratégia Cria Global, do Rio de Janeiro, provavelmente nunca terá um emprego. Pelo menos, não um emprego convencional, daquele que presume fidelidade a um patrão. Provavelmente também terá trabalho sempre que quiser. Formado em ciências sociais em Harvard e com passagem pela Singularity University, a inovadora instituição de ensino criada pelo Google e outras empresas do Vale do Silício, Dhaval começou a estabelecer conexões ainda na graduação.
Foi assim que conheceu o Brasil, tema de seu trabalho de conclusão de curso. Veio morar no país e, no ano passado, participou da organização de um evento TEDx, que reúne apresentações rápidas de especialistas de várias áreas. Durante as palestras, começou a imaginar como aproveitar melhor o conhecimento que estava sendo compartilhado ali. reuniu dois sócios — Florencia Estrade, exconsultora da McKinsey, e Fred Gelli, dono da Tátil, empresa de design —, e juntos fundaram a Cria Global, uma consultoria de estratégia voltada para inovação, tecnologia e sustentabilidade.
“Para cada cliente, buscamos as pessoas que mais entendem do assunto”, diz Dhaval. o currículo evidentemente ajuda Dhaval a bater na porta de empresas e de outros profissionais. Sua maior competência, porém, é manter por perto pessoas gabaritadas no que fazem. Com menos de um ano de existência, a Cria montou um time de conselheiros que reúne professores americanos de Dhaval e também empresários e executivos brasileiros, como Paulo Guedes, fundador do Ibmec e sócio da BR Investimentos, e Fábio Coelho, presidente do Google no Brasil. Como ele criou uma rede poderosa?
“Você precisa ter curiosidade”, diz. “É preciso ir aos lugares que interessem e aprender com as pessoas.” Humildade é outro item importante. “Você tem que se colocar numa posição de aprendizado.” Também ajuda ser objetivo e mostrar à pessoa claramente de que maneira ela pode contribuir. “A pessoa precisa se sentir especial”, diz. Para finalizar, é preciso deixar claro o valor daquilo que você está fazendo.
“Se todos veem vantagem na conexão, é o que chamamos de relação ganhaganha”, completa. Finalmente, destaca Silvio Meira, a habilidade mais importante que está surgindo com o trabalho em rede é a capacidade de coordenar múltiplos conhecimentos. “O trabalho mais valorizado será coletar competências na rede e organizá-las para produzir valor”, explica Silvio.
Cultivando a rede O próximo passo é aprender a viver a realidade da rede de maneira sustentável, ou seja, como cultivar relacionamentos por anos e anos sem se queimar. Essa tarefa se faz com três palavras que começam com a letra R: reputação, reciprocidade e respeito. A reputação é o que você leva para a rede — conhecimento, habilidades e contatos. A reciprocidade é a regra do jogo: dar e receber, de maneira que as duas partes estejam satisfeitas.
“Se você só dá ou só recebe, o relacionamento profissional não vai evoluir”, diz a professora Tania Casado, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo. “Pessoas que pedem insistentemente e não devolvem nada são candidatas a serem riscadas da lista.” Respeitar quem está em sua rede significa não constranger seus contatos.
Não aceitar um vendedor chato, por exemplo. Essa talvez seja a atividade mais negligenciada nas redes sociais. Basta pensar no número de convites de amizade virtual diários que você recebe e aceita só para aumentar a lista de contatos. “Ao deixar qualquer um entrar, você desrespeita suas conexões e se desvaloriza”, diz Tania. Basicamente, devem haver três tipos de profissional no seu universo de relacionamentos e é preciso identificar os mais importantes.
Um deles é o contato que lhe dá apoio psicossocial — o sujeito que motiva, que lhe dá força e lhe apresenta outras pessoas. Pode ser desde o pai, um amigo ou um colega de escritório. Também existe o contato que lhe provê apoio técnico. Um professor, por exemplo, ou um chefe que lhe ensina a executar uma tarefa específica. O terceiro e mais importante tipo de contato são aqueles profissionais capazes de lhe ajudar tanto na esfera técnica como na psicossocial.
“As pessoas que lhe oferecem essas duas esferas são as conexões realmente importantes de ser cultivadas”, diz Tania. Na pesquisa que fez com 45 empresas, Lynda Gratton identificou dois perfis que todo o profissional deve ter em sua rede. O primeiro grupo é dos profissionais com quem você mantém conexões fortes e permanentes, que lhe dão apoio vital. O segundo grupo é o de conexões menos intensas, porém variadas, que fornecem ideias diferentes.“Você entra e se mantém na rede por meio do primeiro grupo, mas é o segundo grupo, a multidão das grandes ideias, que faz você inovar”, diz Lynda.
Onde estão as oportunidades? Num mercado de trabalho conectado, a especialização é a forma de se diferenciar da multidão. “Se você for um generalista, haverá milhões de pessoas capazes de fazer o que você faz de maneira mais rápida, mais barata e, talvez, melhor”, diz Lynda. É como o conceito de “cauda longa” chega à carreira: num mundo conectado, é mais fácil encontrar empresas e pessoas interessadas em adquirir o conhecimento que você detém.
A partir do estudo da London Business School, que leva em conta grandes cenários econômicos, Lynda aponta três áreas que devem ser ampliadas: saúde, sustentabilidade e educação. Como viveremos mais, tudo que se refere a remédios, medicina, bem-estar e qualidade de vida terá público. Como a emissão de gases tende a aumentar conforme a população mundial cresce e se torna mais rica, haverá espaço para produtos e serviços que mirem a questão do impacto ambiental.
Finalmente, como as pessoas precisarão investir continuamente em aprendizado, o mercado de educação tende a se ampliar. Especialmente no Brasil, com o ingresso de 19 milhões de pessoas na classe C, haverá nos próximos anos uma mudança significativa no padrão de consumo da população, que tenderá a valorizar serviços especializados ligados à chamada indústria criativa.
“Hoje, a nova classe média está empregando seu dinheiro num consumo de sobrevivência, comprando casa e bens de consumo duráveis”, diz Anderson Sant’anna, da Dom Cabral. Conforme essas necessidades básicas de habitação e bem-estar forem sendo satisfeitas, a população terá condições de consumir educação e cultura. “Carreiras relacionadas à criatividade, como artes, arquitetura, design e moda, tendem a crescer no Brasil”, diz Gil Giardelli, professor da Escola Superior de Propaganda de Marketing de São Paulo.Em países desenvolvidos, a indústria criativa responde por cerca de 10% do PIB. No Brasil, essas atividades representam pouco mais de 3% da economia.
O que fazer da vida? Como nunca, a decisão sobre a carreira estará nas mãos do profissional. Embora os caminhos sejam infinitos, o excesso de liberdade pode assustar. “É uma enorme responsabilidade ter de assumir, mesmo, o controle da carreira”, diz Anderson, da Dom Cabral. A escolha, no entanto, deve recair sobre a satisfação pessoal. “Se você optar por um trabalho que não gosta, dificilmente terá energia para se especializar o suficiente a ponto de se diferenciar”, diz o professor.
A opção por fazer o que se gosta será levada mais a sério. “Os projetos de carreira tendem a ser cada vez mais projetos de vida”, afirma Anderson. Veja o caso do administrador paulista Daniel Izzo, de 34 anos, sócio da Vox Capital, um fundo de investimentos que só aplica dinheiro em projetos que tenham impacto social na população de baixa renda. Daniel fez uma carreira linear até se tornar executivo da Johnson & Johnson.
Chegou a ser gerente de produto do protetor solar Sundown, o carro-chefe da empresa. Depois, foi gerente dos produtos voltados para consumo popular. Nesse cargo, começou a perceber que o que fazia não transformava a sociedade da maneira como ele gostaria. “Chegou uma hora que a empresa não permitia que eu explorasse todo o meu potencial”, diz. “Bateu a crise profissional”, lembra.
Começou a falar sobre seus planos para sua rede e um amigo o apresentou para os atuais sócios. Abriram a empresa há dois anos. Hoje, Daniel tem muito mais satisfação no trabalho, no qual encontra aprendizado e significado no que faz. “Fui movido pelo propósito”, diz.
Novas formas de fazer Onde o trabalho do futuro já existe
Crowdsourcing
Empresas buscam o conhecimento na rede. A Tecnisa obteve 1 150 sugestões em seu site de inovação aberta — 35 delas serão adotadas.
Colaboração
Trabalho virtual dentro de uma mesma empresa ou no mercado. Na Anhanguera Educacional funcionários de três áreas montaram pela rede uma pesquisa de satisfação para alunos.
Crowdfunding
É a rede usada como fonte de obtenção de recursos — uma vaquinha virtual. O brasileiro Catarse já levantou verba para 14 projetos ligados à produção criativa.
Trabalho remoto
O trabalho perde o lugar e horário fixos. Francisco Ferreira, gerente da IBM, mora em Americana, a 140 quilômetros da sede, em São Paulo. Raramente aparece por lá. Faz todo o trabalho por videoconferência.

 
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